Está a decorrer o período de consulta pública da ZIF de Gondomar, cuja delimitação abrange as freguesias de Covelo, Medas e Melres do concelho de Gondomar.
Para efeitos do a´núncio previsto no artigo 8º do Decreto-Lei n.º 127/2005, de 5 de Agosto, informa-se que se encontram para consulta pública os seguintes documentos:
- Listagem de proprietários e produtores florestais que anuíram integrar a ZIF;
- Indicação da entidade gestora;
- Carta com delimitação da área territorial da ZIF e a sua localização administrativa;
- Autorização da DGRF (Direcção Geral dos Recursos Florestais) para a prorrogação do prazo para apresentação do cadastro predial geométrico, simplificado ou inventário da estrutura da propriedade dos prédios abrangidos;
- Projecto de regulamento interno;
- Acta da reunião da consulta prévia.
Os pedidos de esclarecimento deverão ser solicitados na:
PORTUCALEA - Associação Florestal do Grande Porto, Rua 5 de Outubro, 134 - 1º Esq. Traseiras, 4420-086 Gondomar e o período de consulta pública da ZIF de Gondomar decorre de 1 de Abril a 2 de Maio de 2008.
terça-feira, 8 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Reunião de Consulta Prévia de Zona de Intervenção Florestal de Gondomar
A Portucalea — Associação Florestal do Grande Porto vai realizar uma reunião de Consulta Prévia para a constituição da Zona de Intervenção Florestal de Gondomar (Freguesias de Covelo, Medas e Melres), no dia 16 de Fevereiro, pelas 15h, no Salão Paroquial da Freguesia de Covelo com os proprietários/produtores florestais aderentes à Zona de Intervenção Florestal de Gondomar. As zonas de Intervenção Florestal são áreas florestais contínuas, pertencentes a vários proprietários que se organizam para procederem à gestão e defesa comuns do seu património florestal, apoiados por uma entidade gestora única com capacidade técnica adequada. É muito importante a presença de todos os proprietários/produtores florestais.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Risco de incêndio elevado

Poucos imaginariam que em Novembro fosse necessário voltar a fazer alertas, mas hoje, em Gondomar, o nível de risco de incêndio florestal é VERMELHO, ou seja, MUITO ELEVADO. Não esqueça, por isso de tomar as medidas necessárias, nomeadamente, evitando as queimadas ou fogueiras, tão caractarísticas desta altura do ano, mas que podem ser fatais. A ausência de chuva, praticamente desde Agosto, e as temperaturas elevadas para esta época do ano, fazem com que o muito combustível acomuldado nas matas e florestas esteja em elevado risco. Esta manhã, no Distrito do Porto lavram dois incêndios, um já circunscrito, em Marco de Canaveses e outro em Baião, ainda não controlado. Vieira do Minho, Vouzela e Mondim de Basto registão também ocorrências com dimensão. No total estão envolvidos 300 homens e quase 100 veículos de combate.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Multiusos preparado para o Europeu de Futsal

O Multiusos de Gondomar foi ontem testado para o Campeonato da Europa de Futesal, que ali terá lugar de 16 a 25 de Novembro. A Selecção Nacional bateu a Grécia, por 12-3 numa partida que serviu também para testar questões como a segurança. Federação Portuguesa de Futebol e UEFA estiveram atentas a todos os pormenores e, mais uma vez, o paivilhão recebeu nota máxima, numa realização que contou com mais de 2.500 espectadores. Hoje, repete-se o Portugal-Grécia, sendo o último teste antes do início da fase final, dia 16, com o Portugal-Itália, já a doer. A partida desta noite realiza-se pelas 18,30 horas e, à semelhança da de ontem, terá transmissão pela SIC.
domingo, 14 de outubro de 2007
Festas terminam em Gondomar sem incidentes

A Festa do Concelho de Gondomar termina hoje. Trata-se de uma das maiores romarias do País e mobiliza milhares de pessoas, na Feira, nas Tasquinhas, nos Espectáculos e na Zona de Divertimentos. Este ano, a Protecção Civil da Câmara Municipal de Gondomar elaborou uma planta de emergência. Felizmente, que os vários acontecimentos que tiveram lugar na sede do Concelho, em S. Cosme, Gondomar, não provocaram problemas de maior. À margem das festas, teve lugar ontem um grande concerto de Tony Carreira, no Multiusos Gondomar Coração de Ouro, que contou com a presença de cerca de sete mil espectadores que sairam muito agradados, com o artista, com o espectáculo, com o Pavilhão que em Novembro vai receber o Europeu de Futsal e com a segurança. Todos de parabéns, portanto.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Festas de Gondomar sem incidentes de maior

Não foram registados incidentes de maior nas Festas do Concelho de Gondomar. A fase da romaria desenrolou-se até hoje, feriado municipal, e a planta de emergência, que este ano foi elaborada pela Protecção Civil, não teve que ser utilizada pelas forças de segurança ou de socorro. As festas ainda prosseguem, por mais alguns dias. Dia 12 actua Quim Barreiros, no anfiteatro do Largo do Souto e no dia seguinte (embora fora do programa oficial das Festas) actua Tony Carreira, no Multiusos Gondomar Coração de Ouro.
Na Feira, Procissão nos Espectáculos, na Zona de Divertimento e na Feira das Tasquinhas, que hoje encerra, não houve necessidade de qualquer intervenção de emergência de relevo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Um blog pelos animais abandonados

Depois do CortaFogo ter sido lançado em Maio pelos Gabinete de Imprensa e Gabinete de Protecção Civil da Câmara Municipal de Gondomar, é agora a vez do Departamento de Ambiente e Serviços Urbanos da Autarquia lançar também o seu blog. Trata-se de um site vocacionado para a adopção de animais, no Canil Municipal. Com a comemoração do Dia do Animal, amanhã, a Câmara realiza uma campanha especial de adopção nas instalações do Canil, que fundiona no Parque da Cal, em Gondomar. Além do animal, a Câmara oferece nesse dia o chip identificador, exigido por Lei. Consulte este novo blog, gerido pelo Pelouro de Ambiente e Serviços Urbanos em http://www.canilgondomar.blogspot.com/
terça-feira, 2 de outubro de 2007
CortaFogo não fecha na época "baixa"

A fase Charlie chegou ao fim, e com ela o maior risco de incêndio florestal. Desde 15 de Maio, data em que lançámos o blog CortaFogo, recebemos mais de oito mil visitas. O Mês com maior número de passagens pela página da Protecção Civil de Gondomar foi Julho. Ao longo dos meses, fomos procurando estabelecer contacto com os internautas, motivando-os a regressar diariamente ao blog, por forma a alertá-los e a assegurar uma melhor prevenção. Claro que temos a consciência de que os incêndios não se combatem com blogs na internet. Trata-se apenas de um pequeno contributo, entre muitos, resultante de mais um pequeno gesto. Não sei se terá ardido menos uma árvore por causa deste blog. Provavelmente não. Mas a simples hipótese de sentirmos que, com a chuva, com o trabalho dos bombeiros, das forças policiais, dos técnicos da Câmara de Gondomar, e da Autoridade Nacional de Protecção Civil, contribuímos para que ardesse este ano, em Gondomar, apenas 10% da floresta que ardeu em 2006, confere-nos um sentimento de grande satisfação. É também agradável sabermos que o trabalho é reconhecido. Quer pelas mensagens que nos enviaram ao longo destes meses, quer pela forma como votaram nas nossas sondagens, é possível dizermos que o trabalho que está a ser feito, em Gondomar e no País, é bem entendido pelas pessoas. Na última sondagem que lançámos neste blog, verificamos que 14 das 17 pessoas que votaram consideram bons os resultados obtidos em Gondomar nesta campanha, e os restantes classificam-nos como razoáveis. Noutra consulta mais ampla, que durou dois meses, votaram 62 pessoas em IP’s diferentes. 83% atribui o êxito da campanha às condições climatéricas, mas 18% reconhece que o trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal de Gondomar também teve influência. 12% considera também que Governo e Bombeiros devem receber louros e apenas 8% considera que a população já está sensibilizada para o problema. Este último resultado deve merecer a nossa reflexão e motiva-nos a continuarmos com a política de sensibilização lançada este ano e para a qual, modestamente, este blog pretendeu contribuir. Por último, uma palavra em relação à continuidade do CortaFogo. Em Maio, a nossa intenção era terminá-lo no final da fase Charlie. No entanto, os mais de oito mil visitantes, os 175 artigos publicados, os videos, as imagens, os gráficos, as cartografias, os links aqui coleccionados e a ideia de que é na época “baixa” que deve começar a sensibilização e a prevenção, fazem-nos manter em funcionamento o CortaFogo. Aqui, continuarão a ser publicados conteúdos, embora deixe de haver o diário alerta com o nível de risco de incêndio florestal. Certamente, sem a mesma frequência, mas com a utilidade que saberemos dar a este instrumento face às dificuldades típicas do Inverno e que requerem também intervenção da Protecção Civil de Gondomar. As cheias, os acidentes, a informação e a prevenção que diga respeito a esta área, estará por aqui. Prometemos ir melhorando este instrumento. Em 2008 esperemos não apenas ter dúvidas de que acções como esta contribuem para a defesa da floresta, como são fundamentais. Estivemos aqui este ano. Um ano histórico, pela positiva, em matéria de incêndios. Prometemos estar cá, nos maus momentos, também.
Ah! e OBRIGADO a todos os visitantes
Nuno Santos
Responsável pelo Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Gondomar
Ah! e OBRIGADO a todos os visitantes
Nuno Santos
Responsável pelo Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Gondomar
Festas do Concelho têm planta de emergência
Clique na imagem para aumentarAs Festas da Romaria do Rosário, também conhecidas como Festas do Concelho de Gondomar, a decorrer até dia 14 de Outubro, contam este ano, pela primeira vez, com uma planta de emergência. Elaborado pelo Gabinete de Protecção Civil da Câmara Municipal de Gondomar e aprovado por unanimidade na Comissão de Festas, esta planta estabelece corredores de segurança e zonas de acesso em todo o perímetros da romaria, que anualmente leva centenas de milhares de pessoas a Gondomar. Esta plano pretende antecipar qualquer situação de emergência que poderá ocorrer naquela romaria, e inclui a zona de feira de espectáculos e a zona divertimentos, onde as medidas são ainda mais apertadas. O Pelouro de Protecção Civil da Câmara Municipal de Gondomar está em estreita colaboração com a Polícia Municipal de Gondomar, que fará a primeira fiscalização, garantindo que os corredores se encontram livres de obstáculos e que automobilistas e feirantes respeitam as zonas identificadas. Além da planta, distribuída a todos os feirantes, Comissão de Festas, Junta de Freguesia, Paróquia, Federação das Colectividades, Bombeiros, Forças Policiais e outras entidades envolvidas, as faixas de segurança encontram-se fisicamente assinaladas, em certos pontos com barreiras metálicas e, em outros locais, com pontos amarelos pintados no pavimento. Com estas medidas, a Câmara Municipal de Gondomar pretende prevenir uma eventual situação de emergência, assegurando a rápida intervenção da Protecção Civil ou a rápida evacuação de sinistrados. A actuação fiscalizadora e preventiva da Polícia Municipal de Gondomar e o civismo dos visitantes têm contribuído para que esta festa decorra sem problemas, mas o Gabinete de Protecção Civil quis, desta forma, garantir um nível de segurança ainda maior.Além deste novo instrumento, as Festas de Gondomar contam ainda com o apoio permanente de ambulâncias e das corporações de Bombeiros locais, Polícia Municipal e PSP.
O Programa das Festas do Concelho de Gondomar estende-seeste ano até ao dia 14 de Outubro, com várias reslizações,como Exposições, Actividades Desportivas e Culturais, Feiradas Tasquinhas e os sempre aguardados espectáculos musicais.Dia 8 será comemorado o Feriado Municipal e os principaisespectáculos terão lugar no Largo do Souto, às 22h00Largo do Souto
4 de Outubro: 4 TASTE
5 de Outubro: EMANUEL
12 de Outubro: QUIM BARREIROS
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Fase "Charlie" terminou com resultados históricos
A fase mais crítica dos incêndios florestais terminou. Desde que há resgitos, nunca tão pouca floresta ardeu no Verão em Portugal. Hoje, sugerimos-lhe uma artigo do JN, que faz o balanço, aponta causas e traça caminhos. Vale a pena ler, AQUI.
domingo, 30 de setembro de 2007
Chuva reduz risco em final de época
Com a época de incêndios a chegar ao fim, chegoua chuva e com ela reduziu-se muito o risco de incêndios. Em ano de resultados históricos, há que fazer as contas, perceber o que mudou e em que medida as mudanças de actitude e procedimentos contribuiram, além das condições climatéricas, para reduzir o número de incêndios e, sobretudo, a área ardida.
sábado, 29 de setembro de 2007
Área ardida de floresta e mato é a mais baixa dos últimos 27 anos
REPRODUZ-SE, A SEGUIR, ARTIGO HOJE PUBLICADO NO JORNAL PÚBLICO
29.09.2007, Mariana Oliveira
Sucesso atribuído à meteorologia,à primeira intervenção e à vigilância. Sem triunfalismos, porque o combustível se acumula na floresta
É o número de hectares ardidos até ontem, segundo a Direcção-Geral dos Recursos Florestais. Do total, 7585 hectares arderam em zonas de povoamentos florestais e 8451 em áreas de matos a A dois dias e meio do fim do período mais crítico dos incêndios florestais, que termina amanhã, contabilizavam-se 16.036 hectares de floresta e matos ardidos segundo dados da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) disponibilizados ao PÚBLICO. Apesar de o ano ainda não ter terminado, quase todos arriscam que 2007 deverá registar a menor área ardida dos últimos 27 anos, isto é, desde 1980. A grande fatia do sucesso é atribuída à meteorologia, mas a rapidez da primeira intervenção e vigilância da GNR também colhem louros. Sem triunfalismos, alguns alertam para o combustível que se acumula na floresta e aumentará o risco potencial de incêndios no futuro.Para encontrar uma área ardida aproximada à deste ano é preciso recuar até 1988, em que arderam 22.435 mil hectares de floresta e matos. A 15 de Setembro a DGRF, dava igualmente conta de uma redução significativa do número de ocorrências: 9127, contra 23.360 na média 2002-2006. Áreas protegidas poupadasAs áreas protegidas também foram poupadas este ano, tendo até ao passado dia 24 o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade contabilizado apenas 1,7 hectares ardidos, contra mais de 11 mil hectares queimados até meados de Setembro do ano passado. Não há combatentes mortos nos incêndios deste ano e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que está a fazer o levantamento dos prejuízos, diz que os indicadores de que dispõe apontam para uma diminuição do número de feridos e dos danos em equipamentos e veículos. "O Verão já passou e dificilmente a área ardida aumentará muito mais até ao final do ano. Provavelmente teremos o valor mais baixo desde 1980", avalia Joaquim Sande Silva, da Liga para a Protecção da Natureza e professor na Escola Superior Agrária de Coimbra. A convicção é partilhada por muitos. Na análise dos porquês, a preponderância das condições climatéricas é consensual. "O número de dias em que o índice de risco de incêndio se apresentou muito elevado ou extremo é, até este momento, à volta de um terço da média de 2000-2006", exemplifica Paulo Fernandes, investigador do departamento florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. "A chuva ajudou e, mesmo quando as condições meteorológicas estiveram adversas, não houve ventos de leste, o que permitiu que durante a noite houvesse um aumento da humidade relativa do ar, como aconteceu no Sardoal, o maior incêndio do ano", completa. E o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembra que a chuva permitiu níveis de concentração de humidade no solo, que dificultaram a propagação dos fogos. As melhorias na primeira intervenção também parecem consensuais. António Salgueiro, coordenador do Grupo de Análise e Uso do Fogo (GAUF), que se estreou este ano no dispositivo de incêndios, diz que houve mais eficácia no combate. "Sentimos mais rapidez no despacho dos meios, especialmente nos aéreos", salienta. Américo Mendes, presidente da Associação Florestal do Vale do Sousa, também realça melhorias no tempo de resposta da primeira intervenção. Os dois apontam ainda para o trabalho de fiscalização e vigilância da GNR que acreditam terá ajudado a reduzir o número de ignições na floresta. A este factor Duarte Caldeira junta as campanhas de sensibilização que acredita estão a ajudar a mudar comportamentos. Sande Silva aplaude a criação dos GAUF, que acredita que trouxeram uma nova abordagem ao combate. Américo Mendes puxa a brasa à sua sardinha, lembrando o trabalho de silvicultura preventiva feito, em parte, pelas brigadas de sapadores dos produtores florestais e sustentando que a política de defesa da floresta contra incêndios tem que ter em conta que 93,4 por cento da floresta é privada. Por isso, reivindica mais recursos financeiros para as associações de produtores, com base no seu desempenho. Sande Silva diz que a aposta na prevenção ainda é incipiente e salienta a importância do cadastro florestal. Opiniões à parte, há um alerta que ecoa. "Em 2006 não ardeu muito, este ano ardeu pouco, o que queimou em 2003 começa a estar pronto para arder outra vez. Começamos a ter um potencial de incêndio muito grande", alertou Salgueiro.
29.09.2007, Mariana Oliveira
Sucesso atribuído à meteorologia,à primeira intervenção e à vigilância. Sem triunfalismos, porque o combustível se acumula na floresta
É o número de hectares ardidos até ontem, segundo a Direcção-Geral dos Recursos Florestais. Do total, 7585 hectares arderam em zonas de povoamentos florestais e 8451 em áreas de matos a A dois dias e meio do fim do período mais crítico dos incêndios florestais, que termina amanhã, contabilizavam-se 16.036 hectares de floresta e matos ardidos segundo dados da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF) disponibilizados ao PÚBLICO. Apesar de o ano ainda não ter terminado, quase todos arriscam que 2007 deverá registar a menor área ardida dos últimos 27 anos, isto é, desde 1980. A grande fatia do sucesso é atribuída à meteorologia, mas a rapidez da primeira intervenção e vigilância da GNR também colhem louros. Sem triunfalismos, alguns alertam para o combustível que se acumula na floresta e aumentará o risco potencial de incêndios no futuro.Para encontrar uma área ardida aproximada à deste ano é preciso recuar até 1988, em que arderam 22.435 mil hectares de floresta e matos. A 15 de Setembro a DGRF, dava igualmente conta de uma redução significativa do número de ocorrências: 9127, contra 23.360 na média 2002-2006. Áreas protegidas poupadasAs áreas protegidas também foram poupadas este ano, tendo até ao passado dia 24 o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade contabilizado apenas 1,7 hectares ardidos, contra mais de 11 mil hectares queimados até meados de Setembro do ano passado. Não há combatentes mortos nos incêndios deste ano e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que está a fazer o levantamento dos prejuízos, diz que os indicadores de que dispõe apontam para uma diminuição do número de feridos e dos danos em equipamentos e veículos. "O Verão já passou e dificilmente a área ardida aumentará muito mais até ao final do ano. Provavelmente teremos o valor mais baixo desde 1980", avalia Joaquim Sande Silva, da Liga para a Protecção da Natureza e professor na Escola Superior Agrária de Coimbra. A convicção é partilhada por muitos. Na análise dos porquês, a preponderância das condições climatéricas é consensual. "O número de dias em que o índice de risco de incêndio se apresentou muito elevado ou extremo é, até este momento, à volta de um terço da média de 2000-2006", exemplifica Paulo Fernandes, investigador do departamento florestal da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. "A chuva ajudou e, mesmo quando as condições meteorológicas estiveram adversas, não houve ventos de leste, o que permitiu que durante a noite houvesse um aumento da humidade relativa do ar, como aconteceu no Sardoal, o maior incêndio do ano", completa. E o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembra que a chuva permitiu níveis de concentração de humidade no solo, que dificultaram a propagação dos fogos. As melhorias na primeira intervenção também parecem consensuais. António Salgueiro, coordenador do Grupo de Análise e Uso do Fogo (GAUF), que se estreou este ano no dispositivo de incêndios, diz que houve mais eficácia no combate. "Sentimos mais rapidez no despacho dos meios, especialmente nos aéreos", salienta. Américo Mendes, presidente da Associação Florestal do Vale do Sousa, também realça melhorias no tempo de resposta da primeira intervenção. Os dois apontam ainda para o trabalho de fiscalização e vigilância da GNR que acreditam terá ajudado a reduzir o número de ignições na floresta. A este factor Duarte Caldeira junta as campanhas de sensibilização que acredita estão a ajudar a mudar comportamentos. Sande Silva aplaude a criação dos GAUF, que acredita que trouxeram uma nova abordagem ao combate. Américo Mendes puxa a brasa à sua sardinha, lembrando o trabalho de silvicultura preventiva feito, em parte, pelas brigadas de sapadores dos produtores florestais e sustentando que a política de defesa da floresta contra incêndios tem que ter em conta que 93,4 por cento da floresta é privada. Por isso, reivindica mais recursos financeiros para as associações de produtores, com base no seu desempenho. Sande Silva diz que a aposta na prevenção ainda é incipiente e salienta a importância do cadastro florestal. Opiniões à parte, há um alerta que ecoa. "Em 2006 não ardeu muito, este ano ardeu pouco, o que queimou em 2003 começa a estar pronto para arder outra vez. Começamos a ter um potencial de incêndio muito grande", alertou Salgueiro.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Condições propícias a incêndios
Pelo menos até domingo, as condições climatéricas vão continuar propícias à ocorrência de incêndios, em Gondomar. Nos últimos dias, vários fogachos aconteceram em Gondomar, controlados, no entanto, com relativa facilidade e pronta actuação dos bombeiros e da protecção civil. Este sábado vai ainda ser de risco, mas domingo, com a chegada da chuva, as condições vão alterar-se. Estas condições são válidas para quase todo o país. Segundo a Autoridade Nacional de Protecção civil, nesta sexta-feira à noite estão activos e não circunscritos, dois incênios, ambos no Distrito de Vila Real. Um deles lavra no Gerês, perto de Pitões das Júnias, e o outro em Pedrario. Mais de 60 homens e 14 viaturas combatem as chamas.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Nível muito elevado
VERMELHO VERMELHO VERMELHO
O final de Setembro continua quente. Esta sexta-feira o nível de risco volta a ser muito elevado.
Não esqueça as regras:
- Não fazer qualquer tipo de fogo;
- Não utilizar equipamentos mecânicos em trabalhos agríolas, nomeadamente roçdoras de lâmina, susceptíveis de produzir faiscas ou faúlhas;
- Não deitar fósforos ou pontas de cigarros para a floresta;
- Não abandonar na floresta nenhum lixo,incluindo garrafas de vidro;
- Não realizar fogueiras para recreio, lazer ou confecção de alimentos;
- Não queimar matos cortados ou sobrantes de exploração;
- Não utilizar balões de mecha acesa, foguetes ou fogo de artifício.
- ALERTAR A PROTECÇÃO CIVIL, ATRAVÉS DO 112 (número nacional) OU DO 800 200 135 (em Gondomar) CASO DETECTE FOGO OU FUMO NA FLORESTA.
O final de Setembro continua quente. Esta sexta-feira o nível de risco volta a ser muito elevado.
Não esqueça as regras:
- Não fazer qualquer tipo de fogo;
- Não utilizar equipamentos mecânicos em trabalhos agríolas, nomeadamente roçdoras de lâmina, susceptíveis de produzir faiscas ou faúlhas;
- Não deitar fósforos ou pontas de cigarros para a floresta;
- Não abandonar na floresta nenhum lixo,incluindo garrafas de vidro;
- Não realizar fogueiras para recreio, lazer ou confecção de alimentos;
- Não queimar matos cortados ou sobrantes de exploração;
- Não utilizar balões de mecha acesa, foguetes ou fogo de artifício.
- ALERTAR A PROTECÇÃO CIVIL, ATRAVÉS DO 112 (número nacional) OU DO 800 200 135 (em Gondomar) CASO DETECTE FOGO OU FUMO NA FLORESTA.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Final de época com risco
A época de incêndios está oficialmente a chegar ao fim. Mas, curiosamente, tem sido neste final de Setembro que os valores de nível de risco de incêndio em Gondomar têm estado mais elevados, pelo menos de uma forma mais sistemática, com algum vento e temperaturas relativamente elevadas de forma consistente. Mantenha-se, por isso alerta e não deixe de consultar o CortaFogo.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Incendiários provocaram sete dos maiores fogos
Dos 16 incêndios com mais de cem hectares registados este ano cuja causa já foi apurada pelas autoridades sete foram provocados por incendiários. Os números constam do último relatório da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, que mostra que o ano de 2007 está a ser particularmente favorável no que diz respeito ao combate aos incêndios florestais. De acordo com os dados, entre 1 de Janeiro e 15 de Setembro foram registadas 9127 ocorrências, que consumiram uma área total de 15 858 hectares (ha). Estes valores correspondem a 39% das ocorrências e 7,6% da área ardida em relação à média dos últimos cinco anos.Em relação a 2006, nota-se uma redução do número de ocorrências para cerca de metade (de 15 515 para 7759). A redução da área ardida é ainda mais notória – em 2006 arderam 74,6 mil ha contra os 15,8 mil ha em 2007.
OS CINCO MAIORES INCÊNDIOS DE 2007
1- Sardoal (Santarém, 20 de Agosto) / 1864 ha de área ardida / Em investigação
2- Nisa (Portalegre, 29 de Julho) / 1265 ha de área ardida / Intencional
3- Beja (Beja, 20 de Agosto) / 928 ha de área ardida / Em investigação
4- Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda, 21 de Agosto) / 711 ha de área ardida / Indeterminada
5- Pombal (Leiria, 6 de Setembro) / 706 ha de área ardida / Intencional
Fonte: Correio da Manhã
OS CINCO MAIORES INCÊNDIOS DE 2007
1- Sardoal (Santarém, 20 de Agosto) / 1864 ha de área ardida / Em investigação
2- Nisa (Portalegre, 29 de Julho) / 1265 ha de área ardida / Intencional
3- Beja (Beja, 20 de Agosto) / 928 ha de área ardida / Em investigação
4- Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda, 21 de Agosto) / 711 ha de área ardida / Indeterminada
5- Pombal (Leiria, 6 de Setembro) / 706 ha de área ardida / Intencional
Fonte: Correio da Manhã
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Nível de risco volta a subir
O nível de risco de incêndio em Gondomar voltou hoje a subir para LARANJA, isto é, elevado. Tome, por isso, todas as precauções, pois apesar de Setembro já se aproximar do final, a verdade é que os níveis de risco são agora maiores do que foram no início do Verão.
Por isso, não esqueça as regras básicas:
- Não fazer qualquer tipo de fogo;
- Não utilizar equipamentos mecânicos em trabalhos agríolas, nomeadamente roçdoras de lâmina, susceptíveis de produzir faiscas ou faúlhas;
- Não deitar fósforos ou pontas de cigarros para a floresta;
- Não abandonar na floresta nenhum lixo,incluindo garrafas de vidro;
- Não realizar fogueiras para recreio, lazer ou confecção de alimentos;
- Não queimar matos cortados ou sobrantes de exploração;
- Não utilizar balões de mecha acesa, foguetes ou fogo de artifício.
- ALERTAR A PROTECÇÃO CIVIL, ATRAVÉS DO 112 (número nacional) OU DO 800 200 135 (em Gondomar) CASO DETECTE FOGO OU FUMO NA FLORESTA.
Por isso, não esqueça as regras básicas:
- Não fazer qualquer tipo de fogo;
- Não utilizar equipamentos mecânicos em trabalhos agríolas, nomeadamente roçdoras de lâmina, susceptíveis de produzir faiscas ou faúlhas;
- Não deitar fósforos ou pontas de cigarros para a floresta;
- Não abandonar na floresta nenhum lixo,incluindo garrafas de vidro;
- Não realizar fogueiras para recreio, lazer ou confecção de alimentos;
- Não queimar matos cortados ou sobrantes de exploração;
- Não utilizar balões de mecha acesa, foguetes ou fogo de artifício.
- ALERTAR A PROTECÇÃO CIVIL, ATRAVÉS DO 112 (número nacional) OU DO 800 200 135 (em Gondomar) CASO DETECTE FOGO OU FUMO NA FLORESTA.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Nova sondagem
Acidente com carro dos bombeiros
Um acidente ocorrido esta tarde em Castromil, Paredes, fez cinco feridos, sem gravidade, todos bombeiros que se faziam transportar num carro de combate a incêndios. Os feridos foram assistidos no Hospital de Penafiel, não apresentando gravidade e apenas um terá permanecido internado, devido a uma fractura.
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